Ouvi uma parte da conversa, na RTP1, do comentador António Vitorino com a jornalista Judite de Sousa.
Professores, Educação, Crise, G20, Governador do Banco de Portugal. Palavras, muitas palavras para nada dizer. Expedita a forma como desculpou o Governador, que não podia saber, porque as burlas são assim, não se anunciam, que ficamos a saber que o Banco de Portugal até tem poucos recursos afectos à regulação e que tudo isto deve ser encarado como normal e até já há uma queixa contra incertos...
Não sei porquê mas toda aquela conversa fez-me lembrar ter lido algures uma citação de Pascal, que procurei e partilho:
“Não convém que (o povo) sinta a verdade da usurpação: introduzida outrora sem razão, tornou-se razoável; convém que seja encarada como autêntica e eterna, ocultando-se-lhe a origem, se não quisermos que ela termine a curto prazo”.
Professores, Educação, Crise, G20, Governador do Banco de Portugal. Palavras, muitas palavras para nada dizer. Expedita a forma como desculpou o Governador, que não podia saber, porque as burlas são assim, não se anunciam, que ficamos a saber que o Banco de Portugal até tem poucos recursos afectos à regulação e que tudo isto deve ser encarado como normal e até já há uma queixa contra incertos...
Não sei porquê mas toda aquela conversa fez-me lembrar ter lido algures uma citação de Pascal, que procurei e partilho:
“Não convém que (o povo) sinta a verdade da usurpação: introduzida outrora sem razão, tornou-se razoável; convém que seja encarada como autêntica e eterna, ocultando-se-lhe a origem, se não quisermos que ela termine a curto prazo”.
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