21 dezembro 2005


Embarquei num espelho nómada
e fui deixando a pele aos repelões
rente ao chão num minarete
exposta.

A vertigem amarrada aos dias soltos.
O exercício solitário de um abraço.

3 comentários:

Silvia Chueire disse...
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Silvia Chueire disse...

Uma beleza este poema, Rui. Toca-me especialmente.

Abraços e votos de um Natal feliz !

Silvia

Rui do Carmo disse...

Obrigado, Sílvia.
Um bom natal para si também e muitos poemas com a sensibilidade que nos tem habituado.