06 janeiro 2006

Fora-da-Lei

O Grande Porto foi invadido há alguns meses por uma mensagem que muitos já devem ter visto e que, enigmaticamente, diz apenas “Replicas”, seguido de um número de telemóvel. Essa mensagem, escrita manualmente, aparece inscrita em painéis publicitários, placas de trânsito, out-doors de campanha eleitoral e tudo o mais que se possa imaginar.
Um jornal já desvendou esse mistério e revelou que se trata de um “empresário” que está disponível para fazer réplicas de tudo e mais alguma coisa: relógios, roupas, automóveis, o que o cliente quiser. O jornal, tanto quanto me recordo, identificou mesmo o autor dessa proeza.
Perante isto, só me apetece perguntar: não haverá um fiscal municipal, um fiscal das finanças, um polícia municipal, um agente da PSP, um militar da GNR, uma qualquer autoridade que se preocupe em telefonar para o senhor, marcar um encontro e, de acordo com o que a Lei permitir, puni-lo pela poluição que anda a fazer e pelos prejuízos causados a terceiros?

1 comentário:

Coutinho Ribeiro disse...

Ora, podiam perguntar ao meu filho que ele explicava quem é...